Dentro de cada um de nós existe uma parte pequena que ainda precisa de acolhimento, proteção e afeto. “Cuidar da criança interior” é assumir, como adulto, o papel que nem sempre tivemos: validar emoções, oferecer segurança, permitir descanso e brincar um pouco mais.
Práticas simples e potentes:
- Ritual de 5 minutos: mão no peito + respiração suave + frase de acolhimento (“estou aqui, você está segura(o)”).
- Cartas para si (do adulto para a criança): validar medos, celebrar conquistas, prometer presença.
- Autorrespeito ativo: priorizar sono, comida, pausas e limites — o básico também é afeto.
- Reparenting na prática:
- Validar: “eu vejo o que você sente”.
- Confortar: “não precisa suportar sozinha(o)”.
- Proteger: “eu digo não quando for preciso”.
- Brincar: “há espaço para leveza”.
Quando o adulto interno cuida, a criança interna confia — e a vida ganha contornos mais suaves.
“Ser adulto é oferecer à sua criança o colo que ela sempre mereceu.”

