Pedir ajuda também é autocuidado. Às vezes a vida fica grande demais para caber só em nós.
Sinais que merecem atenção
- Sofrimento persistente por semanas (tristeza, ansiedade, irritação) afetando sono, apetite, relações.
- Ciclos que se repetem (relacionais, trabalho, autocobrança) sem saída.
- Dificuldade de funcionar: tarefas simples viram montanha.
- Pensamentos de autoagressão ou ideia de morte.
- Lutos e transições que pedem amparo (separação, perdas, mudanças importantes).
Por onde começar
- Liste o que tem pesado + 1 objetivo de curto prazo.
- Procure profissionais com abordagem que faça sentido pra você (ex.: comportamental, humanista, psicanalítica).
- Marque uma primeira sessão: é encontro, não compromisso eterno.
Fecho
Terapia é lugar de afinar escuta e construir saídas.
Âncora
“Pedir ajuda também é força.”
Quando o poema vira prática (hoje)
Escreva 3 tópicos que gostaria de trabalhar em terapia. Pesquise 3 profissionais e envie 1 mensagem.
Nota de cuidado: Em urgência ou risco, busque CAPS/UPA/SAMU (192) ou o serviço de emergência local.
CTA — Montar “cartão de cuidado”
Faça um cartão 10×15 cm (ou anote no celular) com:
3 ações rápidas
- Respirar 4–6 por 2 min
- Beber água e abrir a janela
- Escrever 5 linhas: “O que sinto? Do que preciso? Próximo passo?”
2 contatos de confiança
• Nome + telefone (favoritar)
• Nome + telefone (favoritar)
Frase de apoio
“Eu posso pedir ajuda. Eu não estou só.”
Fonte: Se Sinta Leve

